4ª Edição / 2008
  ISSN 1982-7245
 
 

 

 

 

 

 

 

4ª Edição - Jun 2008

 

Capa

 

Modelo:Jaqueline Jacques

Make-up: Beth Ribeiro

Fotografia: H.Navarro

 

Informações

ContatoZine é uma revista de publicações artísticas, todo seu conteúdo é de responsabilidade, exclusiva, de seus autores.

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Robert Doisneau (1912-1994)
H.Navarro

Fotógrafo francês que melhor retratou o estilo de vida de seu país. Como a fotografia “Lê Baiser de l`Hotel de Ville”, uma fotografia de um jovem casal se beijando numa movimentada rua parsiense.

Retratou momentos únicos da individualidade humana, em momentos corriqueiros da vida. Sem dúvida alguma, um dos maiores fotógrafos de todos os tempos.

Clique na fotografia para ver o ensaio

História das Pipas
Washington Dreux 

Dia das crianças e vento tem tudo a ver com cafifa ou pipa... Colocar uma no céu e deixar a imaginação voar com ela é um programa que diverte gente de todas as idades.

A histórias das cafifas data de muitos séculos e se confunde com a própria história da civilização, sendo utilizada como brinquedo, instrumento de defesa, arma, objeto artístico e de ornamentação. Conhecido como quadrado, pipa, papagaio, pandorga, barrilete ou outro nome dependendo da região ou país, ela é um velho conhecido de brincadeiras infantis. Todos nós, com maior ou menor sucesso, já tentamos empinar um. E temos obrigação de preservar sua beleza e simbologia, pois uma infância sem pipa certamente não é uma infância feliz. As pipas adornam, disputam espaço, fazem acrobacias, mapeiam os céus. São a extensão natural da mão, querendo tocar nas ilusões.

No Egito, hieróglifos antigos já contavam de objetos que voavam controlados por fios. Os fenícios também conheciam seus segredos, assim como os africanos, hindus e polinésios.

No Brasil, a cafifa teria sido introduzida pelos portugueses, que por sua vez o conheceram no oriente. Teria sido introduzida através do Maranhão, que aliás é um dos nomes pelos quais as pipas são até hoje conhecidas.E - arraia,

NORTE – arraia,jamanta e curica;


NORDESTE - arraia, barril, bolacha, cangulo, maranhão, estrela, pecapara e gamelo;


CENTRO-OESTE - arraia, raia e pipa;

 
SUL - pandorga e papagaio;


SUDESTE - papagaio, gaivota, arraia, raia, cafifa, estilão, pião e quadrado.

Veja um ensaio fotográfico sobre pipas, no Japão, do Fotógrafo Elias Ferreira.

Curiosidades

Coca cola é a marca mais valioso do mundo, segundo a interbrand, valendo U$S 65 bi.outro do ranking BRANDZ afirma que é a Googles valendo 66 bi.

Tibete e China, vizinhos de porta
Aimée Rocha

A relação sempre havia sido conflituosa, mesmo nos primeiros instantes. Era novo no prédio enquanto eu sempre estive por ali, cada um no seu apartamento. Quatro por andar. Ele 1801, eu 1804. Os cumprimentos se restringiam aos boas tardes de elevador, cordiais e discretos, até que algum movimento brusco fosse feito.

Acredito que nosso principal desen-tendimento tenha sido acerca da religião. Sempre fui Buda, Dalai-Lama é meu líder. Ele tinha seus imperadores, mas era pior que isso meu vizinho era adepto a uma ideologia. Costumava ouvir a Dona do 1701 chamá-lo de comunista.

Outro motivo também pode ter posto fim naqueles respeitosos acenos, que permitiam que respeitássemos as nossas fronteiras, era a Guerra. O vizinho em questão queria comprar o 1802 por um preço e o proprietário do 1802 queria mais. O 1801 era dono no prédio quase que por inteiro, mas sempre queria mais. Ele era dono de um bloco. Fiquei em cima do muro, mesmo que o bloco me cobrasse uma posição optei por ficar neutro. 

Ele conseguiu comprar o 1802 e logo depois arrematou o 1803. Vive há anos e anos pressionando para que eu venda meu apartamento para ele, me questionou por anos a fio o preço que eu queria pelo apartamento. Como eu sempre desconversara ele começou a cutucar ferida, usar de golpe baixo, atacou a minha religião. Brigou tanto que estou praticamente impedido de fazer meus rituais em minha casa, é como se quisesse dominar o meu território.

Houve uma época que eu precisei da ajuda dele. Estávamos na padaria perto de casa e não tinha dinheiro suficiente para pagar o café que havia acabado de tomar. Ele tirou do bolso e pagou para mim. Que tortura que passo por causa de um café. Por me ajudar naquele momento de fraca economia me sinto pressionado a deixá-lo insistir um pouco mais para adquirir meu apartamento. É aquela velha mania de constantemente achar que devo um favor.

Vou resistir a todas as propostas que ele fizer, nuca vi um cumprimento de elevador acabar em algo tão grande assim. O relacionamento entre vizinhos deve ser cordial não ditatorial como ele insiste em fazer. Ultimamente meu vizinho abre buracos na parede que divide comigo, sem fazer barulho, ninguém sabe que ele me intimida, me agride e não me deixa viver em paz.

Na reunião de condomínio vou botar a boca no trombone, vou falar para todo mundo que ele continua o mesmo monstro ditador. Pode até estar mais flexível, a vizinha do 1701 não o chama mais de comunista, mas ele continua o mesmo. É insuportavelmente repressor.

Torta Cream Cracker
 

Modo de Fazer:

 Cozinhar o frango com 02 tabletes de caldo de galinha, escorrer, reservar o caldo e desfiar o frango. Bater o tomate no liquidificador.

Fazer um refogado com o frango desfiado, ervilha, palmito, azeitona. Juntar o tomate batido, 2 caldos restantes, o tempero à gosto e deixar ferver para apurar.

Colocar o creme de leite (sem soro), engrossando com um pouco de farinha ou maizena para dar ponto de creme mole.

Forrar um pirex médio com uma camada biscoito (molhado no caldo que cozinhou o frango), colocar o creme de frango e cobrir com outra camada de biscoito molhado.

Passar a maionese por cima da camada de biscoito, salpicar com queijo parmesão ralado.

Levar a geladeira antes de servir.

 Ingredientes:

 ½ Kg de Biscoito Cream Crackers;

½ Kg de peito de frango;

½ Kg de tomate;

01 lata de ervilha;

250g de palmito;

250g de azeitona;

250g de maionese;

01 lata de creme de leite;

04 tabletes de caldo de galinha;

Tempero à gosto (sal, alho, cebola, etc)

A importância dos dentes
Luiz Ricardo Guimarães Barbosa
        CRO-RJ 116141 

Devemos saber que a sacarose (da cana de açúcar) é de longe a pior coisa para estragar seus dentes, pois as bactérias da boca a fermentam deixando o pH bucal bastante ácido. Isso faz com que o dente perca muito cálcio e outros componentes minerais. Isso dura cerca de 1 hora, e acontece todas as vezes quando ingerimos  açúcar. Alguns cafezinhos, balinhas, chicletes e doces. Cada vez que uma pequena porção de açúcar entra na boca é 1 hora de acidez. Várias vezes ao dia, várias horas derretendo seus dentes!

O que fazer então?

Reduzir ao máximo a ingestão de sacarose ou substituí-la por adoçantes artificiais ou Stévia.

Olhar no rótulo dos alimentos se existe açúcar na composição. Alimentos como embutidos (salame, blanquet), requeijão, catchup, pães, mostarda têm açúcar na composição. Procure os que não contêm açúcar! Olhe nos rótulos !

Elimine as horas de acidez ! 

E a limpeza dos dentes?

Tem que ser feita IMEDIATAMENTE após as refeições ou lanchinhos !

Limpar todo o resíduo de alimentos dos dentes. Não deixe para depois !

Fio dental, escova e pasta todas as vezes que comer.

Compare esse hábito a fazer sexo com camisinha. Você não está protegido da AIDS usando algumas vezes e outras não. Tem usar sempre !

Parece comentário de gente chata, ranzinza, mas o fato é que não conseguimos enrolar as bactérias da boca. Elas estão lá esperando açúcares para fermentar e liberar ácidos. A única coisa que podemos fazer é parar de alimentá-las.

Tenha atitudes conscientes e bons hábitos.

Retoques
Pedro Moreira

A minha fotografia “28 - Direcção aos Prazeres” foi obtida quase ao final do dia, em frente à Basílica da Estrela - Lisboa e gosto de pensar que, o casal ao ver-me tirar fotografias ao eléctrico,  resolveu “presentear-me” com este belo momento em que se beijam.

Acresce a feliz coincidência de o destino do eléctrico e, provavelmente do par de namorados, ser efectivamente “Prazeres”.

Gosto especialmente do resultado romântico e urbano desta imagem, onde um ideal se concretiza num momento perfeito. 

Técnica:

Tirei esta imagem pois gostei do grafismo criado pelos trilhos e pelas marcas do asfalto que nos guiam o olhar até ao eléctrico e ao casal no seu interior.

No entanto após observar a imagem no computador achei que tinha demasiados elementos no fundo a distrair o nosso olhar dos assuntos principais, pelo que resolvi editá-la.

Eu sou daqueles que acreditam que uma imagem vale mais do que mil palavras e como tal, a melhor explicação que posso dar é através da imagem original e de um esquema que mostra como a alterei.

Comecei por isolar o eléctrico, protegendo-o de qualquer alteração através de uma “mask” no programa Photoshop.

Criei ainda 3 “layers”, a primeira para a imagem sem alterações, uma segunda para criar o efeito de  “blur” do fundo e finalmente a terceira para controlar a profundidade de campo, dando maior ênfase ao assunto principal .

Na layer de “blur” (assinalada com faixas diagonais continuas), comecei por remover as inestéticas distracções (carros, postes e sinais) atráves da opção “clone” (nos locais assinalados com os X), depois apliquei um efeito de  “blur” no fundo provocando a sensação das árvores estarem muito afastadas da zona de nitidez.

Na terceira “layer” criei o efeito de pequena profundidade de campo (como se a imagem tivesse sido tirada com uma teleobjectiva de grande abertura), através de um efeito gradual de “blur” nas áreas marcadas com linhas descontínuas nas zonas periféricas da imagem (aumentado de intensidade no sentido das setas).

Nas áreas marcadas com rectângulos aumentei a luminosidade através de “levels” e “shadow/highlight” para dar maior ênfase e contraste aquelas zonas.

Finalmente apliquei à totalidade da imagem um ajuste de “levels” para criar impacto.

Dados da imagem:

Máquina Canon 30D, ISO 400, F6.3, distância focal de 125mm e 1/200s de tempo de exposição.

Pedro Moreira

www.pedroxmoreira.com

Blush no seu tom

Beth Ribeiro

 

Hoje o blush é quase indispensável na vida de uma mulher, principalmente nos dias de inverno. Ele é capaz de verdadeiros milagres, te dá aquele ar de saúde como se você tivesse acabado de sair da praia. Mas tome cuidado para que seu herói não se torne um vilão!

Hoje vamos dar algumas dicas para você acertar na dose e no tom, e aprender a usar esse grande aliado.

Existem alguns tipos de blush e várias tonalidades, por isso a escolha na hora da compra é bastante complicada. O mais importante é lembrar que o efeito que ele deve dar é de acabamento, algo leve que deixe você com aspecto saudável e natural, e não com as bochechas tão rosadas que façam delas as protagonistas do seu make.

Bem, o primeiro passo é a compra. Para acertar o tom que mais combina com a sua pele existe um pequeno truque: dê alguns beliscões de leve em uma das bochechas, logo elas vão ficar rosadas. Esse é o tom! Procure em uma loja de sua preferência o tom que mais se pareça com esse efeito dos beliscões (faça isso na loja e experimente os tons disponíveis até que encontre um bem parecido).

Vamos agora falar da aplicação:

·         Blush em Mousse – Aplique aos poucos em movimentos circulares e sempre com as pontas dos dedos, até que alcance o tom desejado. Fazendo desta maneira você não corre o risco de manchar. E tome cuidado para não exagerar!

·         Blush líquido – Hidrate a pele antes da aplicação para um acabamento melhor. Umedeça as pontas dos dedos com o blush e aplique nas bochechas dando leves batidinhas.

·         Blush compacto – Esse é o meu preferido! Para uma perfeita aplicação você deve ter um pincel grande e de cerdas macias. Aplique sempre de baixo para cima e antes de aplicar no rosto retire o excesso de blush do pincel dando uma leve batidinha no cabo.

 Na hora de aplicar é importante que você dê uma distância de cerca de três dedos do nariz até a bochecha (tente encontrar o ossinho localizado no meio da bochecha), e espalhe deste ponto até a têmpora. Desta maneira você afina o rosto, mas se seu objetivo não for este, aplique apenas na parte central das bochechas.

Agora é só comprar o seu blush e arrasar!

Dicas, informações, dúvidas, perguntas e respostas: info@bethribeiro.com

ContatoZine Entrevista:  Nelson Veiga 

O fotógrafo carioca Nelson Veiga começou sua carreira profissional em 1973. Formado em fotografia pelo Brooks Institute of Photography and Arts – Santa Bárbara – Califórnia – EUA, fez especialização em Fotografia Digital e em Fotografia Publicitária pela Fuji Filme Brasil.

Trabalhou para grandes veículos de comunicação no Brasil e exterior dentre eles: O Globo, Extra, Estado de São Paulo, Folha da Tarde, Now, Jornal do Brasil, Lance, para as revistas: Surfer (USA e Brasil), Visual Esportivo, Visual Surf, Fluir, Hardcore, Surf Tracks (Austrália), Surf Rule (Espanha), Bodyboard (Japão), Caras, Contigo, Quem, Isto É, Tempo Esporte, e para as agencias de publicidade: Boom, DPZ, Standard Olgivy e Matter, dentre outros trabalhos.

Ele relata um pouquinho dessa trajetória no universo da fotografia nessa entrevista, falando de seu trabalho com fotografia subaquática, registro de imagens de surf, técnicas e muito mais.

ContatoZine: Quais são as dificuldades da fotografia subaquática?

Nelson Veiga: A fotografia subaquática requer além de bom preparo físico, um equipamento especial que varia de acordo com o ensaio a ser elaborado. Além disso, existe a PARALAXE, que torna objetos, pessoas e animais marinhos em média 25% maior do que na realidade são.


ContatoZine: Qual equipamento apropriado para esse tipo de registro fotográfico?

Nelson Veiga: Para cada tipo de ensaio subaquático existe um equipamento apropriado. Quando se está elaborando um ensaio onde o objeto é o surfista, o ideal é uma excelente caixa-estanque que envolverá câmera e lente, bem como capacete, para que o fotógrafo esteja o mais protegido possível, pois a perda do controle da prancha por parte do surfista é algo natural e por vezes causam acidentes. Também se faz necessário à utilização de roupas de neoprene, principalmente em águas frias ou em fundos de pedras ou coral. O preparo físico e psicológico também é fundamental.

ContatoZine: Qual tempo médio de experiência para um fotógrafo na realização desse tipo de ensaio?

Nelson Veiga: Não existe um tempo médio para se tornar um bom fotógrafo subaquático, mas sim boas condições e perseverança. Experiência nunca é demais, é bom estar fotografando e analisando o material colhido, pois a colocação dentro d’água é importante para que se consiga captar os melhores e as manobras radicais.

Contatozine: Dentro da categoria de fotografia esportiva o surf tem peculiaridades que distinguem muito de outros esportes no que diz respeito à exigência de características do profissional para execução das fotos?

Nelson Veiga: Sim! Fotografar surf, praia ou mesmo neve é algo complicado a começar pela fotometragem. A luz refletida e rebatida pelo branco da espuma, da areia ou da neve, leva muitas vezes a equívocos quanto à abertura e velocidades adequadas para que se consiga uma imagem nítida. Portanto, não bastam somente boas lentes como a 600mm f:4 para que se consiga capturar aquele momento mágico que normalmente são bem mais rápidos e precisam de uma sensibilidade muito especial para ser capturados.

ContatoZine: Qual a dificuldade e técnica aplicada para registrar um Tubo?

Nelson Veiga: Em primeiro lugar tem que se ter boas condições de ondulações e fundos. Depois o surfista tem que ser arrojado e atuar conjuntamente com o fotógrafo, pois este deverá utilizar preferencialmente um wide-angle, o que torna ainda mais arriscado e suscetível a acidentes. Junte a tudo isto a determinação do fotógrafo, que em momento algum poderá se afastar do seu objetivo maior que no caso é capturar o surfista dentro de toneladas d’água que rodam sobre a cabeça de ambos.


ContatoZine: Vi que você tem um registro noturno de surf, o que é incomum. Como executar uma fotografia noturna em surf, existe algum truque?

Nelson Veiga: Não é truque. Apenas a construção do equipamento adequado à imagem idealizada. No caso específico, assim que foi colocada iluminação noturna na Praia do Arpoador no Rio de Janeiro, vários bons profissionais de tudo fizeram para conseguirem registrar estes momentos. Contudo, naquela época, nossas câmeras analógicas (ou mecânicas como queiram) utilizavam filmes, e por mais que se tentasse nada se conseguia nem mesmo se valendo de filmes de ISO muito alto, pois estes filmes granulavam demais. Como nasci e me criei surfando as ondas do Arpoador, e à época eu não residia no Brasil, quando cheguei ao Brasil para a cobertura das etapas do mundial realizadas aqui, uma famosa revista me convidou para que eu tentasse fazer o que outros não haviam conseguido. Primeiro fui analisar as imagens até então feitas por outros excelentes profissionais da fotografia. Contudo estas imagens ainda estavam bem aquém de um bom padrão para impressão. Então, comecei a pensar em como realizar o trabalho. Primeiro desmontei um flash Metz retirando toda a sua carcaça deixando apenas a cabeça do flash intacta. Depois procurei um técnico em eletrônica para que construíssemos baterias que suportassem horas sem serem desligadas, bem como um carregador para elas. Por fim, criei uma segunda caixa-estanque, que acoplada a caixa-estanque da câmera originasse a luz da qual tanto precisava, afinal à época eu fotografava com o filme Velvia 50 da Fuji. Mas ainda havia um problema! Teríamos que conectar o flash a caixa-estanque da câmera, coisa que conseguimos com o uso de anéis de vedação e um pequeno furo lateral de ambas as caixas por onde passava um cabo completamente revestido que ligava a câmera ao flash.

Clique na figura, para ver o ensaio completo.

Fotografia em Branco e Preto

Lidia De Giuseppe

Fotografia é expressão. Expressa-se sentimentos, sensações... Cor é vida, ela por si só já fala tudo; Verde é verde, laranja é laranja, dia de sol é dia de sol, clima frio é clima frio.

Um impacto? Preto & Branco. Esse duo expressa com liberdade e mistério palavras ditas por seus amantes, os Fotógrafos.

Fotopoesia
Paulo Salerno e Bia Quadros

Nessa edição, em Fotopoesia, temos o casamento poético do trabalho desses dois artistas:

O fotógrafo Paulo Salerno, com um belíssimo ensaio de nú trabalhando a beleza feminina em luz e sombra, e a destreza poética da escritora Bia Quadros, num texto que une sensibilidade feminina a construção poética afiada mesclando ritmo e sensualidade, dando voz a imagem que dá forma ao texto... num casamento perfeito chamado: Multiarte.

Prostituta Sagrada

Mulher humana
Deusa do amor
Tua sexualidade é reverenciada

Prostituta Sagrada,
Tu és paixão, tu és prazer
Muitos são teus nomes
Inana, Istar, Ísis
Hátor, Bastet,
Astarte, Afrodite  ou Vênus

Em teu doce corpo
Humano e divino se entrelaçam
Tu, mulher, és bruxa, és mãe,
Donzela, sereia e puta.

Instintiva e sexual, és Eva
Sedutora, bela e graciosa, és Helena
Divina, és Maria
Sábia, és Sofia

Lua de fases
Mulher de vontades
Humana deusa do amor.

Fotografia: Paulo Salerno

  Texto: Bia Quadros

  Modelo: Thais

Clique na figura para ver o ensaio

Bruno Sousa

 

Elias Ferreira

Nuno Sousa
 

Atenção Fotógrafos:

Mandem material para a redação, e tenha seus trabalhos publicados na ContatoZine.

Mais informações: info@contatozine.com.br

Colaboraram com esta edição:

Claudia Almeida, Sheila Fonseca, Marcia Gumiel, Washington Dreux, Aimme Rocha, Beth Ribeiro, Lúcia Falci "Tia Lúcia", Silvio Barbosa, Jaqueline Jacques,  Simone Monteiro, Paulo Salerno, Pedro Moreira, Bruno Souza, Elias Ferreira, Luis Ricardo Barbosa, Nuno Sousa, Lidia De Giuseppe e Nelson Veiga.

 

 
 
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