1ª Edição / 2008 Início
  ISSN 1982-7245
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1ª Edição - Mar 2008

 

Capa

 

Modelo: Tereza Monnerat

Make-up: Ricardo Domingues

Agência: Models at Work

Fotografia: H.Navarro

Informações

ContatoZine é uma revista de publicações artísticas, todo seu conteúdo é de responsabilidade, exclusiva, de seus autores.

Para maiores informações, liguem para (21) 2612-3944 ou enviem uma mensagem eletrônica para: mail@contatozine.com.br

Henri Cartier-Bresson (1908-2004)
H.Navarro

“A Câmera fotográfica é, para mim, um caderno de desenho, um instrumento da intuição e da espontaneidade, a dona do momento que, em termos visuais, ao mesmo tempo questiona e decide.”

Nascido na pequena cidade francesa de Chanteloup, Bresson, filho de uma família abastada, ainda criança teve sua iniciação à arte. Começou pela pintura onde aprendeu a capacidade de captar e memorizar uma imagem, e que o ajudaria muito na fotografia. Continuou na pintura até a adolescência, quando começou a se divertir, ocasionalmente tirando fotografias com sua “Brownie-Box”.

Começou como fotógrafo em 1931, influenciado pelo surrealismo, principalmente pela fotografia do Húngaro Martin Munkacsi, publicada na Revista Photographies, mostrando três rapazes negros correndo em direção ao mar, no Congo.

Uma das características da obra fotográfica de Cartier-Bresson é aextrema variedade de locais e situações que ele registrou. Apesar disso, seu trabalho mantém uma unidade básica onde o rigor da composição e a emoção, elementos difíceis de conciliar em fotografia, estão presentes em cada imagem captada por sua Leica.
Em 1947, Bresson, Robert Capa, David Chim Seymour e George Rodger, fundaram a Agência Magnum. Viajou pela Ásia fotografando, nos primeiros dois anos e fotografou os primeiros meses de Mao Tse Tung, na China e o fim do domínio britânico e o assassinato de Ghandi. Depois fotografou por diversos países, mas na metade da década de 60, estava insatisfeito com seu trabalho. Saiu da Magnum em 1966, permitindo que a agência continuasse a distribuir suas fotos. Em 1970 parou de fotografar profissionalmente dedicando-se a pintura e o desenho.

Bresson é completamente apaixonado pelo que faz, pela vida, pela natureza, pelas pessoas, principalmente pela liberdade.

“Fotografar é colocar na mesma linha de mira, a cabeça, o olho e o coração.”

Foto: Camera Press

Photoscape
H.Navarro

 Aderindo a onda dos softwares frees, a muito tenho utilizado em meu estúdio este leve e poderoso programa. Ele serve perfeitamente para pequenos ajustes e, em alguns casos o faz melhor e mais rápido que o Adobe Photoshop.

 A grande vantagem desse programa é a facilidade de, com poucos cliques, conseguir resultados excelentes de seus trabalhos.  Ainda é gerado um arquivo novo, contendo o formato original de sua fotografia, caso você precise sem tratamento.

Aconselho a experimentarem, sem preconceitos, pois serve tanto para iniciantes como para amadores avançados e profissionais.

O programa conta com várias ferramentas de edição, como editor de animações em gif e montagens de páginas.

 O melhor de tudo, ele é gratuito. Pode ser baixado no site www.photoscape.org.

 Se desejarem tirar alguma dúvida sobre o programa, me enviem uma mensagem para navarro@contatozine.com.br, que responderei sempre que possível.

As Pipas já Foram Armas de Guerra
Washington Dreux

As pipas, ou cafifas, foram criadas na China há cerca de 2.500 anos. Nesse tempo, ela não era coisa de criança, mas arma de guerra. Os chineses a usavam militarmente para transmitir sinais diversos com suas cores, desenhos e movimentos no ar.

Uma lenda coreana afirma que, um velho general, teria feito subir uma pipa, durante a noite, sobre suas tropas. Como a pipa tinha uma lanterna, o general afirmou que se tratava de uma nova estrela que surgia, sendo um sinal de vitória para seu exército, conseguindo assim uma motivação maior de seus soldados.

"A enciclopédia chinesa "Khé-Tchi-King-Youen" (Livro IX, f.8), relata como a tradição atribui a invenção da pipa ao célebre general chinês Hau-sin, que viveu no século 206 aC. Este General, conforme Tchin-i, entrou no centro da cidade e a conquistou, fazendo um túnel, após ter calculado, por meio de uma pipa, a distância entre o campo onde estava e o palácio Wai-Yang" (Do livro "Jogos Tradicionais Infantis", de Tizuko Morchida Kischimoto).

Até o grande navegador Marco Polo (1254 - 1324) explorando-lhe as potencialidades, embora levado por motivos menos lúdicos. Conta-se que, em suas andanças pela China, ao ver-se encurralado por inimigos locais, fez voar uma pipa carregada de fogos de artifício presos de cabeça para baixo, que explodiram no ar em direção à terra, provocando o primeiro bombardeio aéreo da história da humanidade.

Durante a II Guerra Mundial, uma pipa em forma de águia seria empregada pelos alemães para observar a movimentação das tropas aliadas ou como alvo móvel para exercícios de tiros.

Teria sido usados pelos escravos do Quilombo de Palmares, como sinalizadores, o que indicaria que as pipas eram conhecidas também na África.

Hoje em dia, as pipas seriam usadas pelos traficantes, como "olheiros" que passam a soltar pipas quando avistam policiais. É, sem dúvida, uma utilização muito triste de um brinquedo tão alegre.

Defina
Aimee Rocha

 A chuva caia torrencialmente e de repente silenciou, o sol se abriu, eu vi um arco-íris. E do dilúvio só restou o cheiro de terra molhada. Quando chove costumo me atrever a pensar em coisas impossíveis, improváveis, errôneas ou bizarras que aconteceram ou podem vir a acontecer. Como a queda de um meteoro na Terra, ou o primeiro dia de aula de Literatura da minha vida. Aula de Literatura é aula de história da arte para o ensino médio, ela encanta alguns e desencanta outros. Fui encantada. Mas não foi nesse primeiro encontro.

Era primeiro dia de aula e estava sentada em minha carteira quando a professora dona de uma voz ecoante lança a pergunta mais odiosa que eu tive que responder na aula menos quadrado e calculista que eu tive nos três anos de ensino médio, “O que é arte pra você?”, foi uma apunhalada nas costas. 

Arte? Arte tem 13 definições no Aurélio e nenhuma é satisfatória. Vejamos a primeira: “Capacidade que tem o ser humano de pôr em prática uma idéia, valendo-se da faculdade de dominar a matéria.” Falou, falou e não disse nada. Seguindo a linha de raciocínio da definição do Aurélio, arte pode ser o ato de limpar uma latrina! A idéia foi sua e você domina a matéria, que no caso seria a “vassourinha”. A que chega mais perto de uma definição menos sistemática e objetiva é a terceira: “Atividade que supõe a criação de sensações ou de estados de espírito de caráter estético, carregados de vivência pessoal e profunda podendo suscitar em outrem o desejo de prolongamento ou renovação.” Mas ela ainda me parece fria. 

Fazer arte é sentir, é olhar e enxergar o que os outros não podem ver e ao transmitir-se, desdobrar-se, doar-se, tornar sua perspectiva, sua essência, sua visão na sua forma de fazer arte. Uma obra-prima seja ela prosa ou poesia, música ou fotografia. 

No choque de necessitar passar para o papel algo indizível, eu só pude sair pela tangente e entreguei um papel branco, pequeno e dobrado que dizia: “Arte se sente, e por isso é a linguagem universal, uma forma de comunicação.” Eu nunca fui capaz de responder essa pergunta de forma razoável, só sei que ao ler um poema eu sinto que ele é arte, na última página de um bom livro eu sei que ele é arte, contemplando uma exposição, eu sinto, então ela é arte. Enquanto eu não cumpro a tarefa árdua de definir arte, eu continuo seguindo com a minha vida, e em dias de arco-íris eu olho pro céu e em lembro: “O que é arte pra você?”.

Capuccino Especial
Claudia Almeida

No café da manhã, quando só temos tempo para um café rapidinho, ou no fim da tarde, quando só queremos enganar a fome, nada se compara a uma xícara de Capuccino.

 Divido com vocês a receita que faço e que todos os amigos que nos visitam experimentam. Coloquei nos parênteses as marcas que prefiro, mas podem ser substituídas por outras. Se estiver de dieta, substitua o leite integral por semi-desnatado (o desnatado é muito fraco e o Capuccino fica aguado) e não misture o açúcar, deixe para usar o adoçante depois. Com o Nescafé Matinal fica um pouquinho mais fraco, para quem não gosta de café forte.

Ingredientes:

01 lata (400g) de leite em pó instantâneo (Ninho)

100g de café solúvel (Nescafé)

06 colheres de sopa bem cheia de açúcar refinado

06 colheres de sopa bem cheia de achocolatado (Nescau)

06 colheres de sopa bem cheia de chocolate em pó solúvel (Nestlé)

01 colher de sopa rasa de bicarbonato de sódio (para fazer espumar)

Modo de preparo da mistura:

 Todos os ingredientes devem ser passados em uma peneira, para que o pó fique fininho.

 Em uma vasilha grande, junte todos os ingredientes peneirados e misture bem para que o pó fique homogêneo. Depois de misturado guarde em vidros bem secos e fechados.

Modo de preparo na xícara:

Para cada xícara de chá, coloque uma colher de sopa da mistura, bem cheia. Se for na xícara de café, duas colheres de chá; se for usar aquela xícara de pezinho são três colheres de chá (as xícaras devem ficar até um pouco abaixo da metade da mistura seca).

 Coloque a água para ferver, mas deixe as bolinhas sumirem antes de colocar na xícara (a água fervendo queima o café solúvel), adicione só um pouquinho e bata bem com a colher (não encha demais para que o bicarbonato espume sem entornar), depois acrescente o restante da água e misture bem (se preferir mais cremoso, ao invés de água use leite). Se gostar coloque chantily por cima ou polvilhe com canela em pó (dá um gostinho muito bom).

 Está pronto seu Capuccino, para acompanhar fica muito gostoso um biscoitinho amanteigado.

A Arteterapia e sua Função Transformadora
Caroline Tavares

 

A Arteterapia quer acordar essências. Quer despertar potenciais existentes mas não disponíveis – talvez por falta de uso, de hábito ou de coragem. Quer apontar para a singularidade do ser individual.

Para tanto, tem como fio condutor a criatividade, que funciona também como um desbloqueador, gerando um ciclo onde a criatividade desbloqueia potenciais que desvendam possibilidades que encorajam a criar. E assim, outros pontos são tocados, novas alternativas se apresentam, a confiança aumenta e a criatividade se expande, num ciclo sem fronteiras.

Para uma visão holística-integral do ser humano, é preciso ampliar o olhar além das dicotomias, como corpo/mente, emoção/razão. Há muito o homem foi partido e, apesar de estar tentando reconquistar a inteireza, o caminho é árduo. Hábitos, costumes e culturas não se transformam de um dia para o outro.

De diversas formas nas diversas culturas, o homem foi sendo fragmentado mais e mais. A culminância dessa maneira de perceber o humano se deu com o aumento cada vez maior da especialização médica. O avanço tecnológico e o aumento de conhecimento trouxeram inúmeras inovações importantes para o aumento da média de vida e de sua qualidade, porém, conseqüentemente, o homem foi sendo visto com uma lente cada vez mais profunda e menos ampla.

Desse ponto de vista, o caminho para uma percepção mais integral vem sendo resgatado pela revalorização da homeopatia, terapias complementares, corporais e energéticas e psicologia profunda, além do aumento do interesse pela cultura e filosofia orientais que têm como fundamento o ser integral.

Como a Arteterapia pretende trabalhar com a integralidade do ser, apresenta abordagem onde o indivíduo entra em contato com os elementos da natureza: terra, fogo, água e ar. Dessa forma, pode ter a noção concreta de que traz em si várias nuances, mas que a coerência com a unidade e a inteireza são possíveis. Também pode compreender melhor as características e diferenças individuais, melhorando a qualidade de seus relacionamentos.

No início do século XX, o suíço Carl Gustav Jung tornou-se médico psiquiatra e passou a desenvolver sua própria teoria psicológica. A colaboração com Sigmund Freud e uma profunda auto-análise, deram início a um extenso estudo científico acerca da psique humana.

Em sua teoria, descreve quatro funções psicológicas: sensação, intuição, sentimento e pensamento, que, junto aos conceitos de extroversão e introversão, formam seus oito tipos psicológicos; onde cada pessoa possui uma função principal, uma inferior e duas auxiliares.

Analogamente, podemos relacionar cada função da teoria analítica a um elemento da natureza. A sensação está ligada ao corpo e ao sentido proprioceptivo, sua relação é com a terra, elemento concreto, que limita. A intuição é relacionada ao fogo e ao que é primordial e espiritual. Sentimento e água correlacionam-se na fluidez e expansão, estão ligados à emoção. O pensamento é tão impalpável e pode tomar tanto espaço quanto o ar.

A idéia de inteireza está ligada, entre outros fatores, ao equilíbrio das quatro funções, respeitando-se, no entanto, a predominância de uma ou outra como característica pessoal.

Na Arteterapia, a busca do equilíbrio se dá com o fazer. De forma que cada um dos quatro “despertadores” (sensorial, intuitivo, emocional e mental) toque o indivíduo, acordando algo que ainda estava adormecido. Então, a cada produção há uma associação interna, o trabalho e a expressão concreta levam a uma tomada de consciência e conseqüente possibilidade de mudança.

Arteterapia é transformação. Sua função é possibilitar e promover mudanças com vista à integralidade do indivíduo e conseqüente melhora em sua qualidade de vida. É colaborar para a construção de um mundo onde a possibilidade de escolha, a liberdade e o respeito à singularidade sejam fatores chaves para a vida em comunidade. É acreditar que o ser humano pode viver de forma integral, respeitando seus próprios limites e características e exaltando e orgulhando-se de seus talentos. É sonhar e trabalhar por uma sociedade mais cooperativa, saudável e feliz; pela humanidade no sentido estrito da palavra.

 

Produção

Beth Ribeiro

Quando você vê uma foto não imagina o que está por trás daquele click, não é mesmo? Pois hoje vamos contar a você, leitor da Contato Zine, o que acontece por trás das câmeras, o que antecede um ensaio fotográfico e qual o papel da equipe de produção.

O primeiro passo é a escolha da (o) modelo. De acordo com a proposta do trabalho chegamos ao biotipo, cor dos olhos, cor da pele, tipo de cabelo etc. Cada trabalho é único e singular, por isso temos que estar sempre atentos para não nos repetirmos.

Escolhida a (o) modelo ou as (os) modelos, é hora de decidir o figurino, o que também depende do que foi pedido para aquele trabalho, ou seja, de acordo com a proposta o figurino pode ser retrô, contemporâneo, futurista, sensual, moda praia etc. Aí entra o trabalho da Produção de Moda, que deve montar um look perfeito para aquela ocasião e se preocupar com cada detalhe, como por exemplo a escolha dos sapatos, jóias ou bijuterias, a harmonia das cores, tecidos, estampas, caimento, o que favorece o biotipo da (o) modelo escolhida (o), e até mesmo a cor do esmalte... Ufa! É um trabalho e tanto!

Após a escolha do figurino é a vez de decidir maquiagem e cabelo - mais chamados de Make-up & Hair nos bastidores, dois pontos importantíssimos e que devem estar em harmonia com o figurino, seguindo o estilo definido e não fugindo àquilo que foi proposto. Por isso é importante que toda a equipe trabalhe junta desde o início e compreenda a idéia do que a foto deve passar ao atingir o público final. Para que o resultado final supere o esperado é necessário que todos os profissionais estejam em sintonia, é necessário que os trabalhos se completem.

Para que tudo isso aconteça se faz fundamental a escolha de bons profissionais, que conduzam seus trabalhos baseados na elegância e no bom gosto, profissionais que estejam sempre se atualizando e se renovando, já que as tendências mudam em curtos espaços de tempo.

Concluídas estas etapas partimos para a etapa final: o dia do ensaio fotográfico. E está enganado quem acha que o trabalho da produção acabou. Agora é hora de colocá-lo em prática e fazer com que tudo saia conforme o planejado, com que tudo esteja impecável. É chegada a hora de arrumar a (o) modelo, maquiar, pentear, fazer com que ela (ou ele) esteja radiante. Enquanto esse trabalho vai sendo feito os profissionais também devem se empenhar em integrar a (o) modelo à equipe, deixá-la (o) à vontade, relaxada (o), explicar-lhe o objetivo, sugerir poses, caras e bocas, trocar idéias, enfim, trazê-la (o) por inteiro para dentro daquele trabalho, processo do qual o fotógrafo também participa ativamente.

Tudo pronto! Ou melhor, quase pronto! Agora é hora de começar a sessão de fotos, e logo vêm as trocas de figurino, make-up & hair. Na grande maioria das vezes para escolhermos apenas uma foto são necessárias mais de uma centena delas e muitas horas de trabalho.

Tudo isso é feito sempre com muita dedicação, preparo, comprometimento e principalmente com muita paixão, para que o melhor resultado esteja diante dos seus olhos.

Achou que era moleza tirar um foto e publicá-la? Pois é, não é fácil, mas é sem dúvida uma grande arte, um trabalho extremamente prazeroso e encantador.

Abordagem e Ética
H.Navarro

Em todas as profissões, existem os bons e os maus. Os éticos e os não éticos mas, na fotografia vivemos um dilema muito grande: Pegar ou não um trabalho de um cliente de algum de nossos colegas.

Seja ele conhecido nosso, amigo ou um desconhecido, fico sempre receoso em aceitar algum trabalho que já foi orçado ou que o cliente já tenha algum profissional fazendo seu serviço. Tento, na maioria das vezes tento descobrir com o cliente, o verdadeiro motivo da troca, se é por valor mais baixo, insatisfação com qualidade o prazo. Enfim, tento ter o máximo de informações possíveis, para, nem recusar nem aceitar sendo injusto ou anti-ético e ao mesmo tempo não perder um cliente em potencial, pelo anti-profissionalismo de alguns colegas.

Essa discussão sempre existirá, e em todas as esferas de nossas visas. No meio profissional ou pessoal.

Vamos tentar fazer, dessa profissão, o diferencial. Vamos tentar não oferecer mundos e fundos pela conta de um cliente, se esse já está satisfeito com o trabalho de um colega. Vamos nos recusar a clonar DVDs ou fotos feitas por outros profissionais. Os clientes que quiserem o produto, que o adquiram em sua fonte. Vamos tentar respeitar os prazos e não baixar os preços a valores absurdamente baixos, para não desvalorizar o mercado.

Até a próxima!

Paulo Henrique Borges

 PAULO HENRIQUE BORGES não nasceu engenheiro, tornou-se, formando-se pela Universidade Federal Fluminense (Engenharia Industrial Mecânica e Engenharia Civil) onde se aposentou como Professor do Instituto de Matemática, além de também ter trabalhado como engenheiro da FUNDERJ.

PAULO HENRIQUE BORGES nasceu artista, não precisou formar-se.

Através da fotografia, vem-nos permitindo deliciar com suas preciosas obras.

O artista que estava latente naquele jovem, revelou-se assim que suas mãos empunharam a primeira máquina fotográfica. Aquela máquina fria, mecânica, operada com a sensibilidade da sua visão interior, produziu fotos lindas, mais que somente aos seus íntimos eram mostradas.

Porém, para a alegria de todos nós, a partir de 1977, PAULO começou a divulgar seus trabalhos, participando com brilhantismo de dezenas de exposições nacionais e internacionais, principalmente após o seu ingresso na Sociedade Fluminense de Fotografia (SFF) , em 1987, onde tornou-se um dos seus expositores de maior destaque, conquistando inúmeras premiações que atestam o seu valor.

PAULO merece o nosso respeito, não só pelas pesquisas que vem realizando no campo, como pela sua determinação de divulgar a arte fotográfica, participando inclusive, com trabalhos de grande beleza e direcionados para fotos arte-decorativas, da Feira de Artesanato que se realiza nos fins de semana no Campo de S. Bento, em Niterói, além de também expor os seus trabalhos em sua Galeria de Arte Fotográfica à rua Gavião Peixoto 182, sala 315, Edifício Center IV, Icaraí, Niterói.

Na qualidade de integrantes da Sociedade Fluminense de Fotografia, declaramos que a SFF sente-se muito feliz por contar com o dinamismo do Paulo e incluir em seus quadros um expositor tão respeitado e consagrado nos meios fotográficos do País.

Nossos aplausos ao artista e nossos agradecimentos pelo muito que nos tem proporcionado.

Walter Fialho Bittencourt
Sociedade Fluminense de Fotografia

José Levy
Artista FIAP – Artista Fotógrafo Brasileiro - AFB

Rua Gavião Peixoto, 182 /315 - Icaraí - Niterói - RJ
Telefones: (21) 2710-1450 ou 9782-8065
e-mail: phborges@photoart.fot.br

Clique na fotografia para ver o ensaio

www.photoart.fot.br

Colaboraram com esta edição

Claudia Almeida, Caroline Tavares, Sheila Fonseca, Marcia Gumiel, Washington Dreux, Aimme Rocha, Beth Ribeiro, Tereza Monnerat, Ricardo Domingues,  Simone Monteiro e Paulo Henrique Borges.

 
 
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