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Universo Miss Há muitos anos os concursos de Miss não são mais notoriedade no Brasil. Muitas são as desculpas para a perda do Glamour e da importância que existia. Em poucos estados ainda mantém a tradição, algumas cidades têm o evento em seu calendário oficial e a Miss eleita é tratada como uma funcionária da cidade, com direitos e obrigações. Para tentar resgatar um pouco dessa memória e desmistificar algo, que hoje é tido como brega, pela falta de informação. O fotógrafo H.Navarro, editor da revista, está produzindo um filme documentário, sobre os concursos de Miss. Neste link, algumas fotos do Concurso Miss Estado do Rio de Janeiro, que aconteceu no último dia 18 de juno, no HSBC - Arena. |
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Moacyr Luz Nessa edição da coluna ContatoZine Entrevista, trouxemos um dos compositores mais incensados da música popular brasileira e que melhor representam a alma do samba carioca: Moacyr Luz. No bate-papo falamos, é claro, de samba, mas também de botequim, de manias e superstições, de Rio de Janeiro, novas mídias, pirataria e muito mais. Abra uma cerveja gelada, coloque um bom samba de raiz pra tocar, sente numa cadeira confortável e aproveite a entrevista no compasso de Moacyr Luz! Sheila Fonseca - Moacyr, é um prazer tê-lo como entrevistado da ContatoZine. Você é o típico carioca, nascido em Jacarepaguá, morou na Glória, no Catumbi, Copacabana... Aonde você acha que o Rio é mais carioca? Sheila Fonseca - Você transita por um gênero musical muito popular. O samba é muito pirateado? Já foi alvo de pirataria? |
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Clube das Histórias www.historiadodia.pt |
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| Clube das Histórias Projecto: Abrir as portas ao sonho e à reflexão ___________________________________ A história de Glória, a vaca Já em criança a vaca Glória era mais gorda do que as outras vacas. E isto foi-se acentuando à medida que crescia. Os lábios eram carnudos, o nariz largo, a cabeça tão grande como uma abóbora (por acaso era até maior) e, ainda por cima, tinha umas pernas fortes, uma barriga gorda, pêlos grossos e duros e os pés pesados. Como não havia roupas à venda para o seu tamanho, tinha de ser ela mesma a fazê-las à mão. Fazia-as sem gosto nem grande jeito, e por isso, dentro daqueles vestidos, parecia ainda mais possante do que realmente era. Tinha um andar atabalhoado e, quando falava, a voz era semelhante à de alguém a gritar para dentro de uma cisterna. Glória não era modesta nem pensava tornar-se uma boa vaca leiteira como todas as vacas da sua idade. Não! Era ambiciosa e ansiava por qualquer coisa de grandioso! Um engraçadinho qualquer, creio que a raposa, dissera-lhe que com uma voz tão bonita, devia estudar canto. Como tinha um pai rico que pagava tudo, teve aulas de música e, em seguida, deu ainda um concerto. Todas as vacas vieram ouvir Glória cantar. Começou com A violeta na orla do caminho e esta foi também a última canção que cantou. É que, se quando falava a voz parecia que saía de uma cisterna, ao cantar, soava como dois elefantes a trombetear num regador em simultâneo com uma serra a cortar metal. A assistência tapava os ouvidos, assobiava, gritava e batia com os pés para não ter de ouvir aquela voz horrível, ou então corria em debandada pelo prado onde o concerto estava a decorrer. Glória parou e começou a chorar. As vacas pensaram: "É agora que ela se vai tornar uma boa vaca-leiteira!" Mas não! Teve aulas de dança e ainda quis tentar a sorte como bailarina! Quando se apresentou pela primeira vez, vieram ainda mais vacas vê-la dançar do que quando cantou. Glória apareceu no palco com uma saia tão grande que dava à vontade para fazer sete toalhas de mesa. Logo ao primeiro passo, tropeçou e caiu. As vacas na assistência riram-se, mas Glória não se deixou intimidar e deu um salto. Com o peso, as tábuas do palco partiram e ela caiu, ficando presa até à altura dos braços. Os espectadores riram-se, mas cinco fortes bois subiram ao palco e ajudaram-na a sair do buraco, onde ainda continuava a dançar. Novamente em cima do palco, Glória começou a dançar perigosamente perto da boca de cena. Desequilibrou-se e caiu, aterrando exactamente em cima dos músicos que estavam a tocar no fosso da orquestra Quando voltou a erguer-se, com dificuldade, o contra-baixo estava partido, a trompete completamente espalmada, o tambor rebentado, o acordeão rasgado em dois e o maestro, com o susto, tinha engolido a batuta. Bem se pode imaginar as gargalhadas da assistência quando a bailarina desapareceu por detrás das cortinas. Em consequência disto, Glória, muito envergonhada, emigrou para o país dos hipopótamos. Aí dançou para os pesados e grosseiros animais, e cantou ainda algumas das suas canções. No dia seguinte lia-se no jornal: A artista Glória, uma figurinha delicada e frágil, deu ontem um concerto onde também dançou. Nunca tinha sido possível no nosso país admirar uma voz tão clara e cristalina; nunca se tinha ouvido um canto tão belo. Dançou, melhor dizendo, flutuou com tal graciosidade que todas as nossas meninas-hipopótamos ficaram encantadas pela sua leveza. Esperemos que a artista Glória dance e cante mais vezes aqui entre nós, no país dos hipopótamos. Paul Maar Reinhard Michael (org) Wo Fuchs und Hase sich Gute Nacht sagen Hochstadt, Gerstenberg Verlag, 2002 |
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Andréa Rocha O Oráculo: Você quer saber a verdade, mas não tem coragem? Biografia: Em 1995 assumiu a produção dos cursos da Vídeo Fundição, onde teve a oportunidade de fazer cursos de produção cultural, produção executiva de cinema e tv, estudando com alguns dos maiores expoentes do mercado. Em 1998 criou o estúdio ZBR Comunicações, destinado inicialmente à produção fotográfica e mais tarde passa a desenvolver formatação e produção de projetos culturais. Em 2009, buscando novos experimentos estéticos e uma mudança de padrão no conceito de fotografia criou Experimentos: uma série de ensaios fotográficos onde a busca pela revisão do conceito fotográfico é a tônica. Em Setembro de 2009 Participou do evento Pitada, no Cinematheque, no Rio, com a intervenção visual Experimentos Sex Fusca.
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| O Espelho Humberto fecha as portas de casa com estrondo e atira a pasta para um canto. – Outra vez um 1 a matemática! – Ah, que figura horrorosa! – grita Humberto para a imagem que vê no espelho. A imagem à sua frente não parece estar com medo e devolve-lhe o olhar, furiosa. Até levanta a mão e aponta para Humberto. – Tu é que és ridículo! – Eu? – gagueja Humberto. – Olha só os teus pés, que tropeçam em tudo! Ou as tuas mãos desajeitadas, que partem tudo! Ou a tua boca, que gagueja de cada vez que lês! Ou o teu pescoço, que nunca está limpo! Ou os teus olhos, que durante as aulas estão sempre a olhar lá para fora! Ou a tua cabeça, que nunca se lembra de todos os trabalhos de casa que trazes para fazer e se engana sempre nas contas de matemática. – "Sempre… Nunca… Mal…" Passo o dia todo a ouvir isto! Não preciso que mo andes sempre a repetir! – Helmut está furioso. Ninguém gosta que uma imagem o acuse desta forma! Prepara a mão para infligir uma bofetada bem forte a si próprio… mas alguma coisa se mexe atrás dele… Uma segunda imagem aparece no espelho por detrás da sua. É a da irmã, Eva, que se põe em frente dele e lhe diz: – Eu sei que os teus pés correm tanto, que conseguem afastar quem me quer insultar. Eu sei que as tuas mãos fazem aviões de papel que voam como nenhuns outros. Eu sei que a tua boca consegue contar histórias que, embora não sendo verdadeiras, são muito cativantes. Eu sei que os teus olhos conseguem ver lagartas e borboletas maravilhosas que eu nunca veria. E eu sei que a tua cabeça está cheia de ideias que não queres contar a mais ninguém. Humberto espanta-se. – E és tu que dizes isso? Tu, que te queixas cem vezes ao dia que tens um irmão tão palerma? – Sim – responde Eva. – Dizemos sempre mal daqueles que não compreendemos. – Eva aponta com o dedo para a imagem atrás das costas. – Mas nem vale a pena tentar explicar- -lhe isso, porque ela não entende essas coisas. Wolfgang Wagerer Jutta Modler (org.) Brücken Bauen Wien, Herder, 1987 |
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| Atenção Fotógrafos !
Enviem seus ensaios ou artigos para a revista. Aqui seu trabalho é visto por mais de 10.000 visitantes todos os meses. |
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Algumas dicas Photoshop CS5Nestas digas que iremos colocar para vocês se trata da nova versão do Adobe o Photoshop cs5 pois além de facilitar nossos trabalhos esta versão realmente é sensacional se tratando do modo rápido e eficaz dos menus. |
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Paçoca (Duas versões)O período oficial das comemorações das Festas Juninas inicia-se a partir de 13 de Junho, então, é bom selecionar as receitas que irão fazer parte de suas festas. As opções de bolos, doces, salgados e bebidas você encontra aqui no blog.
Por Receitas de Mãe Ingredientes:
Modo de preparo: Triture bem os biscoitos. Coloque todos os ingredientes numa tigela e misture bem. Coloque em travessa pequena e pressione bem a massa. Leve para gelar por 1 hora. Corte em quadradinhos ou losangos e sirva. Paçoca de Rolha Ingredientes:
Modo de preparo: Bata bem em um liquidificador os biscoitos e coloque a farinha obtida em uma vasilha de vidro. Então agregue o amendoim, a manteiga, o sal e o açúcar e com as mãos amasse tudo até que de liga na massa. Enrole na espessura de uma rolha e corte em pedaço de 3 cm. Dica de Mãe: Armazene em lata ou vasilha hermética de plástico. |
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